Fórum Função da Escola

Qual seria a função social da escola? A Lei de Diretrizes da Educação Artigo 22 reza que a educação “tem por finalidade desenvolver o educando assegurando-lhe a formação indispensável para o exercício da cidadania e fornecendo meios para progredir…”. Em teoria a educação deveria nivelar em possibilidades todos os indivíduos. Não podemos negar que nos últimos tempos a situação escolar de muitos brasileiros tem melhorado. Por exemplo, quando jovem, foi praticamente impossível que eu fizesse uma faculdade, embora já fosse completamente apaixonada pelos livros. Por outro lado, muito ainda precisa ser feito. Não podemos simplesmente classificar a educação como ” redentora dos homens”, como dito por Silva. Sou totalmente a favor da escola, acredito fielmente que é por meio dela que podemos alcançar nossos objetivos de progresso. Mas existe muito mais envolvido. Segundo Oliveira, Moraes e Dourado, a classe dominante vê a educação com a finalidade de obter trabalhadores preparados para suas funções, gerando assim lucros. Em contra partida, a classe trabalhadora associa a educação com a sua totalidade física, cultural, politica, profissional, afetiva e outras. O filósofo Immanuel Kant da Prússia disse: “Acredite em milagres, mas não dependa deles”. A função da escola sempre foi e sempre será transmitir conhecimentos, mas principalmente hoje ela tem uma função social importantíssima. É dela o dever, junto com a família, de ensinar os princípios de liberdade e de solidariedade humana. Como professores , não podemos tomar o lugar dos pais de nosso alunos, mas nada nos impede de mostrar aos jovens a importância da união, da tolerância e da diligencia para atingir alvos. Tenho visto vários colegas professores empenhados nestes conceitos, eles não estão esperando pelo ‘milagre’. Estão fazendo a diferença. Afinal a função social da escola inclui mostrar ao individuo seu lugar como cidadão. E cabe a cada cidadão ocupar seu lugar de direito. O aluno precisa entender o valor de sua cidadania e como o modo como a usa vai modificar a vida dele e dos em volta dele. O sucesso é algo difícil de ser especificado , mas quando a escola forma um cidadão esclarecido, consciente, preparado para uma profissão e para viver em sociedade, acredito que foi bem sucedida em sua função social.

BRASIL. Ministério da Educação . Lei n. 9394/96. Lei de Diretrizes e Basas da Educação Nacional .Brasília, DF:1996 J.F.de Oliveira,K.N.de Moraes e L.F. Dourado-UFG- Função social da educação e da escola. E.E. da Silva- Considerações sobre o trabalho como categoria explicativa do fenômeno educativo. Immauel Kant -Filósofo prussiano.( 1724-1804).

 

Nota máxima: 150 / 150

Fóruns de Formação Sociocultural e Ética

Sim! A escola tem a obrigação de ensinar valores éticos e morais aos alunos.Acredito que o trabalho de ajudar a desenvolver cidadãos conscientes e responsáveis é de toda a sociedade. É evidente que quem primeiro tem está obrigação , é quem trouxe o indivíduo ao mundo.O dito popular reza :” quem pariu Mateus ,que embale”.Mas e quando a criança é órfã? Ou quando os pais tem problemas de saúde ,talvez passando a maior parte de seu tempo num hospital ?Ou uma situação muito vista hoje em dia , pais separados que trabalham muito ,embora amem seus filhos e se esforcem para educa-los , não seriam bem sucedidos se tudo o que tentassem ensinar fosse distorcido por mestres antiéticos . Todos somos influenciados pelo meio em que vivemos. Considerando que os jovens passam pelo menos 4 horas por dia, por 200 dias no ano na escola, é lógico imaginar que grande parte de seu caráter será moldado por ela. Todas as pessoas de bem que conheço , tem boas lembranças de pelo um professor , que lhes ensinou a serem sérios em seus compromissos , imparciais em seus tratos ,diligentes em seus trabalhos .Pelo que entendo isto é ética. E se me lembro bem ,é na escola que entramos em contato pela primeira vez , com pessoas de formações diferentes da nossa , com famílias diferentes , com valores diferentes . E é neste ambiente que aprendemos a respeitar as diferenças. A família jamais poderia delegar sua incumbência ,mas a escola deve agarrar seu encargo.

 

Nota máxima: 50 / 50

Quem mais entende de economia no Brasil, sem sombra de dúvida, é a dona de casa. Em quase todos os lares é ela que gerencia os gastos domésticos. O que tem sido um verdadeiro desafio nos dias de crise que vivemos. Desde de que era menina, minha mãe ensinou-me a aproveitar a água e o sabão, colocando a maior quantidade de roupa possível em cada lavagem. Aprendi também a utilizar esta mesma água para lavar o quintal. São atitudes simples, mas que diminuem as contas de água e de energia. Outro hábito produtivo é pesquisar preços antes de comprar, e trocar marcas mais caras por similares mais baratas. Procuro sempre que posso, comprar produtos que estão em promoção e produtos da estação. Alguns amigos precisaram trocar o plano de telefonia, isto também baixou seus gastos. Ainda outros que não tinham este costume, começaram a levar marmita para o trabalho. Variando um pouco o comportamento, temos agendado encontros com os amigos em casa e não em restaurantes e bares. Isto realmente faz diferença no bolso. Não esquecer de vigiar o cartão de crédito, e não usar o cheque especial é outra medida essencial. Em tempos de crise o bom senso de falar mais alto.

Nota máxima: 50 / 50

Fóruns de língua inglesa

Tanto o Present Simple quanto o Present Continuous tratam do tempo presente ,mas enquanto o primeiro mostra a ação rotineira,habitual ou seja uma verdade absoluta mais ou menos como o Presente do Indicativo do português, o Continuous apresenta uma ação acontecendo.Por exemplo no Simple Present: I dance everyday.No Present Continuous :I am dancing now .A ação de dançar nas duas frases acontecem no presente , porém na segunda ela ainda está em andamento.O verbo que indica ação tem a terminação ing que é o gerúndio do inglês,e na frase encontramos também o verbo auxiliar to be.

 

Nota máxima: 25 / 25

Literalmente ain’t significa não é.Esta expressão é a contração de am not,is not,are not,have not e has not.Sendo uma contração de negação pode também querer dizer não ter ,não ser ,não fazer alguma coisa.Embora muito utilizada em ambientes informais,não é recomendada em contextos formais por ser considerado um erro gramatical.Em tempos passados ain’t era apenas usada por pessoas com pouca escolaridade,já hoje é uma expressão muito comum .Podemos ver claramente isso na letra de Marvin Gaye quando diz:Ain’t no montain high…Ain’t no valley low…Ain’t no river wide…, no inglês culto deveria ser has not ou seja não há.E Gaye não é o único musico famoso a usa essa contração em suas letras.Na verdade mesmo que isso assuste alguns , as línguas sofrem mutações com o passar do tempo , isso é quase incontrolável,provavelmente é isso que torna uma língua viva.No português temos muitas contrações, mas talvez a mais comum seja o “né” que em algumas circunstancias até tem o mesmo significado que o ain’t.Como “students” temos que encontrar o lugar adequado para o ain’t.

Nota máxima: 25 / 25

Cinderela was a beautiful girl and very good.She was sad that after his mother died his father married a woman who did not like her.The stepmother and her daughters made is a slave.The cat was better care than the poor girl.One day a ball was announced and Cinderela was prevented from going.But the fairy godmother appears and makes all the arrangements for that girl to go the ball.But warn, that magic only lasted until 12:pm.The pretty girl was to the ball and enchants the prince,had seen the whole kingdom looking for girl who lost her shoe and won his heart.Go enchanted once again with this tale teaches the value of kindness and there is always hope despite sorrows.Once upon a time…..

Nota máxima: 25 / 25

Fórum de linguística l

Conforme aprendemos Saussare transformou a língua em seu objeto de estudos.Para isso ele deixou à parte a fala,não porque a considerasse sem importância ,mas para objetivar suas pesquisas.Estes fatos não desmerecem a fala,pelo contrário ,o próprio Saussare reconheceu que é ela que faz evoluir a língua .Línguas não faladas caem no desuso e morrem.Sem contar que aprendemos a língua materna apenas por ouvi-la.A língua e a fala são interdependentes e igualmente relevantes para os estudos linguísticos.A palavras escolhidas por um grupo de falantes de determinado lugar ,ou idade, ou classe social,podem variar consideravelmente embora todas falem a mesma língua.Isto é fascinante!Até mesmo pessoas de uma única comunidade podem contar uma história idêntica com palavras totalmente diferentes.Esta riqueza de possibilidades abre oportunidades inúmeras para investigações.Os linguistas como pesquisadores natos ,encontram um leque de opções para sondagem.Certamente a fala é preciosa.

 

Nota máxima: 25 / 25

Fórum de Didática

Não é preciso ir muito longe para comprovar os resultados da pesquisa de Carlos Gil, tenho duas adolescentes em casa cursando o ensino médio.Por exemplo o item 2.A avaliação conduz a injustiça: cansei de ouvi-las reclamar que estudaram um monte de matéria e só caíram uma ou outra coisa que nem estavam nos textos estipulados.Ou como no item 8.As avaliações desestimulam a expressão dos juízos pessoais dos alunos:quantas vezes elas já me contaram que responderam exatamente o que o professor queria ,embora tinham uma opinião diferente ou mais ampla,apenas para conseguir a nota desejada sem criar controvérsias.E ainda pior no item 13.As exigências da avaliação dificulta o avanço dos estudantes: minhas duas filhas são boas alunas ,gostam de estudar ,de ler,de interagir em sala.Mas como é óbvio elas são pessoas diferentes com facilidades e dificuldades distintas.Essa individualidade é totalmente desconsiderada quando as avaliações são preparadas tendo em vista apenas um programa a cumprir,cujo aprendizado dos alunos será o objetivo de avaliação.Cada aluno tem seu ritmo de aprender,e precisa ser estimulado a prosseguir descobrindo novas ligações de conhecimento .Sem dúvida as avaliações precisam ser “reavaliadas”.É lógico que sempre será necessário um meio de descobrir se nossos alunos estão absorvendo o conhecimento.Entretanto mudanças são nitidamente essencial neste caso.

Nota máxima: 25 / 25

 

Fórum sobre o estágio

Devo começar dizendo que foi muito didático e prazeroso estar em sala de aula. Também preciso ressaltar que fui muito bem acolhida pela coordenação e pelos professores da escola. Soube que muitos colegas tiveram dificuldade em encontrar uma escola com a equipe diretiva disposta a ceder espaço para um estagiário. Este felizmente, não foi meu caso. O único problema real que enfrentei foi um perigo de greve, que acabou por mudar meus planos. A primeira escola que contatei para o estágio é estadual. Aqui no meu estado, o Paraná, houve uma assembléia do sindicato dos professores com grandes chances de uma paralisação se concretizar. A secretária da escola, muito chateada, me informou essa situação e ainda que as datas que estavam separadas para o meu estágio precisariam ser trocadas. Depois de me aconselhar com nossa mediadora, achei melhor procurar uma escola particular para não ter imprevistos no meio do processo. Fui novamente muito bem recebida por todos. A professora regente, muito qualificada e habilidosa, mostrou-se muito cooperativa e compreensiva. Durante minha observação pude ver como ela aplicava os recursos didáticos disponíveis, como envolvia os alunos no conteúdo discutido e como reforçava a matéria sem parecer cansativa. Percebi também, que embora não deixasse de usar o livro didático, ela procurava usar outros exercícios e argumentos para ajudar os alunos a entender bem o assunto. Quando chegou a minha vez de reger a turma, procurei seguir seu exemplo. Usando o conteúdo que ela separou para que eu trabalhasse com a sala, me esforcei em passar com leveza, clareza e um pouco de humor toda informação relevante para eles. No fim de minhas aulas, os próprios alunos disseram que tinham entendido bem o conteúdo, e isso foi confirmado pela facilidade que concluíram com êxito as atividades propostas. A professora regente também gostou da minha atuação. Me convidou para fazer os outros estágios com ela. Lógico que nem tudo são rosas. Tinha um ou outro aluno com dificuldade de aprendizado, tinha também uma aluna com autismo, as aulas eram várias vezes interrompidas por alguém da secretaria para dar recados. Teve até um pequeno problema na tubulação que interditou a sala dos professores. Mas nada que tirasse o brilho de lecionar e de ter contato com colegas de profissão tão dedicados. Não vejo a hora de começar a próxima fase do estágio. E por incrível que pareça, encontrei alguns dos alunos da escola, e eles também estão esperando pelas minhas aulas. Disseram que a professora explicou que logo voltarei para continuar meu estágio. Não é maravilhoso? Fiquei muito satisfeita.

 

Nota máxima: 100 / 100

Fórum de língua Portuguesa lll

Análise linguística para 6 ano . Escolhi trabalhar com Limeriques que são divertidos e envolventes, dando oportunidade aos alunos de reconhecer figuras de linguagens e estruturas textuais

Limeriques da Coroa Implicante

Confesso que sou exigente Nem tudo me deixa contente Me dizem, “Coroa, Tu implicas à toa” — Mas sei com que implico, viu, gente!

Coisas com que implico e não gosto É bafo de fumo no rosto! — Se tu queres fumar — Sopra fumo pro ar — Não me imponhas esse desgosto!

Quem as minhas coisas pegar Sem repô-las no mesmo lugar Me irrita de fato! Não deixo barato — Não posso deixar de implicar!

Com quem vive sempre a falar Andando, no seu celular, Em casa e na rua, No carro e “na lua”, Implico sim, não vou negar!

Implico e não acho bonito — Até acho pra lá de esquisito — Pra livrar um dente Usar de repente A unha em lugar de palito.

Implico com moça educada Bonita e bem arrumada Que, toda coquete, Rumina chiclete, Com a boca aberta e pintada.

Implico com um infeliz (Que pensa que sabe o que diz) Que funga e espirra, E que só de birra Não quer assoar o nariz.

Implico com quem, sem um fim, Pergunta, “Te lembras de mim? Qual é o meu nome?” Dizer — “Vê se some!” Quero eu responder, isso sim!

Implico com o desavisado Que me estende a mão, enfastiado, (Sem ser cordial, Apenas formal) Mão mole, qual trapo molhado.

Com quem leva livro emprestado (Pra quem devolver “é pecado!”) Figura danosa — Eu fico furiosa! Implico! É este o recado.

Será que eu já disse o bastante? Dá pra perceber num instante Quem sem discutir Tenho que admitir: Sou uma “coroa implicante”…

Mas entre parênteses, digo — Veja se concorda comigo: Na realidade Há certa verdade Nas tais implicâncias, amigos!

Atividade:

a) Como vimos os Limeriques são poemas curtos, sobre coisas engraçadas, onde o primeiro, o segundo e o quinto versos rimam, sendo que o terceiro e o quarto rimam entre si. De acordo com o poema, o que quer dizer a palavra coroa?

b) Nos versos existe alguma marca de regionalismo linguístico?

c)Na sua opinião, a coroa tinha razão em sua implicância? Explique.

BELINKY, Tatiana ; TEIXEIRA, Elisabeth. Limeriques da coroa implicante. São Paulo, Paulinas, 2006. 15p. (Cavalo marinho. Série Re-verso)

 

Nota máxima: 50 / 50