Estagiando com o terceirão

Devo começar agradecendo a boa vontade com a qual fui tratada pela equipe diretiva e pedagógica do colégio estadual que procurei para fazer meu estágio. Sei que alguns colegas estagiários tiveram dificuldades para conseguir uma oportunidade. Eu fui muito bem acolhida por todos. Inclusive pelos alunos do terceiro ano que me foram compartilhados. Durante a observação, vi uma regente muito competente aplicar uma didática moderna, dinâmica e positiva. Os mais de quarenta alunos na sua maioria jovens adultos tendo por objetivos o Enem e os Vestibulares, ora eram muito participativos, ora muito desinteressados. Mesmo assim, percebi o empenho da professora em ajuda-los a se inteirar dos conteúdos. A sequência didática utilizada por ela também foi interessante. Algo mais ou menos assim: conteúdo e exercícios, conteúdo e trabalho em dupla, conteúdo e trabalho em grupo. Enfim, minha regência chegou. Preparei o conteúdo que me foi proposto com todo esmero. Quando minhas aulas já estavam devidamente planejadas, resolvi fazer uma pesquisa de campo. Perguntei aos adolescentes que conheço, e aos amigos que terminaram a pouco o ensino médio, o que eles se lembravam sobre o conteúdo gramatical que eu iria aplicar. Foi muito grande a minha decepção ao descobrir que apenas alguns, depois de muito incentivo em forma de dicas, conseguiram se lembrar de um ou outro termo. E que nenhum deles conseguia realmente identificar e classificar os elementos básicos de uma oração. Nem mesmo os que ainda estão na escola. Foi exatamente a mesma situação que encontrei em sala de aula. Me vi explicando a alunos do terceiro ano do ensino médio o que é substantivo, verbo, advérbio, preposição, pronome e até adjetivo. Sem contar que para chegar aos Complementos Verbais e Nominais, que eram o meu conteúdo propriamente dito, precisei esclarecer sujeito e predicado, porque eles não se lembravam o que eram e nem como encontra-los na oração. Por incrível que pareça, todos os alunos se saíram muito bem nos exercícios de fixação, salvo algumas pequenas confusões facilmente solucionadas. Foi quando me peguei pensando, o que teria acontecido para que eles não conseguissem lembrar de coisas tão básicas da nossa língua portuguesa. Uma língua que eles são nativos e usam diariamente. Seja como for, esta fase do estágio foi muito útil e prazerosa para mim. Espero ter contribuído para o aprendizado dos alunos assim como fizeram para o meu. E volto a agradecer a regente e a equipe diretiva, que abriram para mim uma oportunidade sem preço.

 

Nota máxima: 100 / 100
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Literatura Portuguesa em escolas Brasileiras

Tem se enfrentado grande dificuldade em despertar o interesse do alunado em literaturas portuguesas mais antigas. Acredito que parte deste preconceito está impregnado nos professores. Muitos consideram que seus jovens alunos não leriam textos de Camões ou de Eça de Queiroz, nem sob tortura. Mas é interessante notar que muitos destes mesmos alunos conhecem os versos de músicas populares no Brasil que contextualizam com estes autores citados. Para desmitificar a literatura portuguesa mais antiga, usaria em sala de aula como artifício a letra da música “Monte Castelo” de Renato Russo que cita o verso 11 de “Os Lusíadas”, mostrando que falar de amor em qualquer época, é atual. Completando esse raciocínio, colocaria o áudio de Arnaldo Antunes recitando o trecho de “O Primo Basílio”, em “Amor I Love You” de Marisa Monte e Carlinhos Brown. Embora nem todos os leitores gostem de contos românticos, não há como negar que a literatura antiga influenciou a escrita de hoje. Se em sala de aula encontramos quem goste de Game of Thrones, estes muito provavelmente também gostarão da Literatura Medieval Portuguesa. E o mesmo acontecerá com o Romantismo e o Realismo. Tudo é uma questão de como lhes for apresentado.

https://www.letras.mus.br › MPB › Marisa Monte › Amor I Love You https://www.vagalume.com.br › MPB › L › Legião Urbana http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraDownload https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Game_of_Thrones

 

Nota máxima: 50 / 50

Fórum Analfabetismo Brasileiro

“O Brasil ainda tem 12,9 milhões de analfabetos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 25 de novembro de 2016.” Segundo esta pesquisa de 2016, de cada 100 brasileiros quase 13 são analfabetos. Isto é arrepiante! Se compararmos com os gráficos que vimos, fica perceptível um pequeno progresso, mas também fica evidente a discrepância com nossos vizinhos Argentina e Chile. Estes que também tem problemas políticos e econômicos, mas avançaram na conquista da educação para todos. O gráfico também mostra que as mulheres que foram tão negligenciadas quanto a educação formal por tanto tempo, hoje tem conseguido alguns avanços, por seus méritos. Lembrando que elas são muitas vezes os chefes de família, a falta da educação neste caso é um problema bem sério. Num país com tantos analfabetos o impacto na economia é relevante. O empregador tem dificuldade em encontrar funcionários habilitados. Se a indústria e o setor de prestação de serviço é afetado, lógico que o crescimento do país é freado. Visto que o desenvolvimento do país é o objetivo, a educação deve vir primeiro. Este é um problema antigo e esbarra em outros, como o trabalho infantil por exemplo. Vemos assim um círculo vicioso que precisa ser quebrado. Todos precisamos entender que este direito a escola que foi tardiamente conquistado, deve ser respeitado. Nossa profissão é ensinar, mas os governantes precisam ser “lembrados” do dever deles de providenciar os meios para isso. Alguns esforços tem sido feito, mas ainda muito tímidos.

http://www.valor.com.br/brasil/4787959/brasil-tem-129-milhões-de-analfabetos-aponta-pnad

 

Nota máxima: 50 / 50

Fórum de Prática de Ensino da Língua Portuguesa

LUCIANA NOGUEIRA BICUDO– sexta, 2 junho 2017, 19:56

“O Brasil ainda tem 12,9 milhões de analfabetos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad), divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 25 de novembro de 2016.” Segundo esta pesquisa de 2016, de cada 100 brasileiros quase 13 são analfabetos. Isto é arrepiante! Se compararmos com os gráficos que vimos, fica perceptível um pequeno progresso, mas também fica evidente a discrepância com nossos vizinhos Argentina e Chile. Estes que também tem problemas políticos e econômicos, mas avançaram na conquista da educação para todos. O gráfico também mostra que as mulheres que foram tão negligenciadas quanto a educação formal por tanto tempo, hoje tem conseguido alguns avanços, por seus méritos. Lembrando que elas são muitas vezes os chefes de família, a falta da educação neste caso é um problema bem sério. Num país com tantos analfabetos o impacto na economia é relevante. O empregador tem dificuldade em encontrar funcionários habilitados. Se a indústria e o setor de prestação de serviço é afetado, lógico que o crescimento do país é freado. Visto que o desenvolvimento do país é o objetivo, a educação deve vir primeiro. Este é um problema antigo e esbarra em outros, como o trabalho infantil por exemplo. Vemos assim um círculo vicioso que precisa ser quebrado. Todos precisamos entender que este direito a escola que foi tardiamente conquistado, deve ser respeitado. Nossa profissão é ensinar, mas os governantes precisam ser “lembrados” do dever deles de providenciar os meios para isso. Alguns esforços tem sido feito, mas ainda muito tímidos.

http://www.valor.com.br/brasil/4787959/brasil-tem-129-milhões-de-analfabetos-aponta-pnad

 

Nota máxima: 50 / 50

Fórum Função da Escola

Qual seria a função social da escola? A Lei de Diretrizes da Educação Artigo 22 reza que a educação “tem por finalidade desenvolver o educando assegurando-lhe a formação indispensável para o exercício da cidadania e fornecendo meios para progredir…”. Em teoria a educação deveria nivelar em possibilidades todos os indivíduos. Não podemos negar que nos últimos tempos a situação escolar de muitos brasileiros tem melhorado. Por exemplo, quando jovem, foi praticamente impossível que eu fizesse uma faculdade, embora já fosse completamente apaixonada pelos livros. Por outro lado, muito ainda precisa ser feito. Não podemos simplesmente classificar a educação como ” redentora dos homens”, como dito por Silva. Sou totalmente a favor da escola, acredito fielmente que é por meio dela que podemos alcançar nossos objetivos de progresso. Mas existe muito mais envolvido. Segundo Oliveira, Moraes e Dourado, a classe dominante vê a educação com a finalidade de obter trabalhadores preparados para suas funções, gerando assim lucros. Em contra partida, a classe trabalhadora associa a educação com a sua totalidade física, cultural, politica, profissional, afetiva e outras. O filósofo Immanuel Kant da Prússia disse: “Acredite em milagres, mas não dependa deles”. A função da escola sempre foi e sempre será transmitir conhecimentos, mas principalmente hoje ela tem uma função social importantíssima. É dela o dever, junto com a família, de ensinar os princípios de liberdade e de solidariedade humana. Como professores, não podemos tomar o lugar dos pais de nosso alunos, mas nada nos impede de mostrar aos jovens a importância da união, da tolerância e da diligencia para atingir alvos. Tenho visto vários colegas professores empenhados nestes conceitos, eles não estão esperando pelo ‘milagre’. Estão fazendo a diferença. Afinal a função social da escola inclui mostrar ao individuo seu lugar como cidadão. E cabe a cada cidadão ocupar seu lugar de direito. O aluno precisa entender o valor de sua cidadania e como o modo como a usa vai modificar a vida dele e dos em volta dele. O sucesso é algo difícil de ser especificado, mas quando a escola forma um cidadão esclarecido, consciente, preparado para uma profissão e para viver em sociedade, acredito que foi bem sucedida em sua função social.

BRASIL. Ministério da Educação . Lei n. 9394/96. Lei de Diretrizes e Basas da Educação Nacional .Brasília, DF:1996 J.F.de Oliveira,K.N.de Moraes e L.F. Dourado-UFG- Função social da educação e da escola. E.E. da Silva- Considerações sobre o trabalho como categoria explicativa do fenômeno educativo. Immauel Kant -Filósofo prussiano.( 1724-1804).

 

Nota máxima: 150 / 150

Fóruns de Formação Sociocultural e Ética

Sim! A escola tem a obrigação de ensinar valores éticos e morais aos alunos. Acredito que o trabalho de ajudar a desenvolver cidadãos conscientes e responsáveis é de toda a sociedade. É evidente que quem primeiro tem está obrigação, é quem trouxe o indivíduo ao mundo. O dito popular reza :” Quem pariu Mateus, que embale”. Mas e quando a criança é órfã? Ou quando os pais tem problemas de saúde, talvez passando a maior parte de seu tempo num hospital? Ou uma situação muito vista hoje em dia, pais separados que trabalham muito, embora amem seus filhos e se esforcem para educa-los, não seriam bem sucedidos se tudo o que tentassem ensinar fosse distorcido por mestres antiéticos. Todos somos influenciados pelo meio em que vivemos. Considerando que os jovens passam pelo menos 4 horas por dia, por 200 dias no ano na escola, é lógico imaginar que grande parte de seu caráter será moldado por ela. Todas as pessoas de bem que conheço, tem boas lembranças de pelo um professor, que lhes ensinou a serem sérios em seus compromissos, imparciais em seus tratos, diligentes em seus trabalhos. Pelo que entendo isto é ética. E se me lembro bem, é na escola que entramos em contato pela primeira vez, com pessoas de formações diferentes da nossa, com famílias diferentes, com valores diferentes. E é neste ambiente que aprendemos a respeitar as diferenças. A família jamais poderia delegar sua incumbência, mas a escola deve agarrar seu encargo.

 

Nota máxima: 50 / 50

Quem mais entende de economia no Brasil, sem sombra de dúvida, é a dona de casa. Em quase todos os lares é ela que gerencia os gastos domésticos. O que tem sido um verdadeiro desafio nos dias de crise que vivemos. Desde de que era menina, minha mãe ensinou-me a aproveitar a água e o sabão, colocando a maior quantidade de roupa possível em cada lavagem. Aprendi também a utilizar esta mesma água para lavar o quintal. São atitudes simples, mas que diminuem as contas de água e de energia. Outro hábito produtivo é pesquisar preços antes de comprar, e trocar marcas mais caras por similares mais baratas. Procuro sempre que posso, comprar produtos que estão em promoção e produtos da estação. Alguns amigos precisaram trocar o plano de telefonia, isto também baixou seus gastos. Ainda outros que não tinham este costume, começaram a levar marmita para o trabalho. Variando um pouco o comportamento, temos agendado encontros com os amigos em casa e não em restaurantes e bares. Isto realmente faz diferença no bolso. Não esquecer de vigiar o cartão de crédito, e não usar o cheque especial é outra medida essencial. Em tempos de crise o bom senso de falar mais alto.

Nota máxima: 50 / 50

Fóruns de língua inglesa

Tanto o Present Simple quanto o Present Continuous tratam do tempo presente, mas enquanto o primeiro mostra a ação rotineira, habitual ou seja uma verdade absoluta mais ou menos como o Presente do Indicativo do português, o Continuous apresenta uma ação acontecendo. Por exemplo no Simple Present: I dance everyday. No Present Continuous : I am dancing now. A ação de dançar nas duas frases acontecem no presente, porém na segunda ela ainda está em andamento. O verbo que indica ação tem a terminação ing que é o gerúndio do inglês, e na frase encontramos também o verbo auxiliar to be.

 

Nota máxima: 25 / 25

Literalmente ain’t significa não é.Esta expressão é a contração de am not,is not,are not,have not e has not.Sendo uma contração de negação pode também querer dizer não ter ,não ser ,não fazer alguma coisa.Embora muito utilizada em ambientes informais,não é recomendada em contextos formais por ser considerado um erro gramatical.Em tempos passados ain’t era apenas usada por pessoas com pouca escolaridade,já hoje é uma expressão muito comum .Podemos ver claramente isso na letra de Marvin Gaye quando diz:Ain’t no montain high…Ain’t no valley low…Ain’t no river wide…, no inglês culto deveria ser has not ou seja não há.E Gaye não é o único musico famoso a usa essa contração em suas letras.Na verdade mesmo que isso assuste alguns , as línguas sofrem mutações com o passar do tempo , isso é quase incontrolável,provavelmente é isso que torna uma língua viva.No português temos muitas contrações, mas talvez a mais comum seja o “né” que em algumas circunstancias até tem o mesmo significado que o ain’t.Como “students” temos que encontrar o lugar adequado para o ain’t.

Nota máxima: 25 / 25

Cinderela was a beautiful girl and very good.She was sad that after his mother died his father married a woman who did not like her.The stepmother and her daughters made is a slave.The cat was better care than the poor girl.One day a ball was announced and Cinderela was prevented from going.But the fairy godmother appears and makes all the arrangements for that girl to go the ball.But warn, that magic only lasted until 12:pm.The pretty girl was to the ball and enchants the prince,had seen the whole kingdom looking for girl who lost her shoe and won his heart.Go enchanted once again with this tale teaches the value of kindness and there is always hope despite sorrows.Once upon a time…..

Nota máxima: 25 / 25